Bateria Lithium Ion

Cuidados:

As células podem vazar ou explodir se aquecidas a temperaturas superiores a 60 graus, ou caso sejam carregadas além de seu limite energético. Outro problema é que as células oxidam rapidamente caso completamente descarregadas, o que demanda uma grande atenção.

Para tornar as baterias confiáveis, todas as baterias Li-Ion usadas comercialmente possuem algum tipo de circuito inteligente, que monitora a carga da bateria. Ele interrompe o carregamento quando a bateria atinge uma tensão limite e interrompe o fornecimento quando a bateria está quase descarregada, a fim de evitar o descarregamento completo. A obrigatoriedade do uso do chip é o principal motivo das pilhas recarregáveis ainda serem todas Ni-MH ou Ni-Cad: seria muito dispendioso incluir um chip em cada pilha (fora o fato das células Li-ion trabalharem a 3.6V).

Outra questão interessante, sobretudo nos notebooks, é que as baterias são compostas por de 3 a 9 células independentes. O circuito não tem como monitorar a tensão individual de cada célula, mas apenas do conjunto. Isso faz com que, em situações onde as células fiquem fora de balanço, ou em casos onde uma das cédulas apresenta algum defeito prematuro, o circuito passe a interromper o fornecimento de energia após pouco tempo de uso. Surgem então os numerosos casos onde uma bateria que originalmente durava 2 horas, passa a durar 15 minutos, por exemplo.

Na maioria dos notebooks, o circuito da bateria trabalha em conjunto com o BIOS da placa mãe, o que abre margem para erros diversos. É comum que, depois de várias cargas parciais, o monitor do BIOS fique fora de balanço e passe a calcular a capacidade da bateria de forma errônea. Ele passa a sempre fazer recargas parciais, o que faz a bateria durar cada vez menos, muito embora as células continuem perfeitamente saudáveis.

É por isso que muitos notebooks incluem utilitários para “calibrar” a bateria, disponíveis no setup. Eles realizam um ciclo de carga e descarga completo, atualizando as medições.

Quando for deixá-la sem uso, as baterias Li-ion se deterioram mais rapidamente quando completamente carregadas ou quando descarregadas, por isso o ideal é deixar a bateria com 40% de carga. O calor tambémém acelera o processo, por isso, quanto mais frio o ambiente, melhor.

Segundo o batteryuniversity, uma bateria completamente carregada, guardada numa estufa, a 60° C, pode perder mais de 40% de sua capacidade depois de apenas 3 meses, enquanto uma bateria conservada a 0° C, com 40% da carga, perderia apenas 2% depois de um ano.

Clique aqui para ver no tamanho original.

Evite descarregar a bateria completamente quando isso não é necessário. O melhor é simplesmente usar e carregar a bateria seguindo seu ciclo de uso. Outra dica é que a durabilidade da bateria é menor quando submetida a descargas rápidas, por isso gravar DVDs no notebook usando a carga das baterias não é uma boa idéia . A cada 20 ou 30 recargas, é interessante realizar um ciclo completo de carga e descarga, a fim de “calibrar” as medições do chip e do monitor do BIOS.

A princípio, retirar a bateria de um notebook que fica ligado na tomada na maior parte do tempo seria uma boa idéia para aumentar sua (da bateria) vida útil. O problema é que a maioria dos notebooks usam a bateria como escape para picos de tensão provenientes da rede elétrica. Removendo a bateria, esta proteção é perdida, o que pode abreviar a vida útil do equipamento.

Tutorial de Recomendação de uso da Bateria de Notebook:

01 – Baterias de Li-íon (notebooks atuais) não causam efeito memória. (famoso vicio de bateria). Somente as baterias de NiMn e NiCd têm efeito memória.

02 – A vida útil de uma bateria de notebook varia de 500 a 800 ciclos de carga/descarga. (feita para durar de 2 a 3 anos com uso racional, claro). O uso intenso da bateria, por exemplo: executivos, vendedores externos, a vida dela não deve passar de 1 ano devido ao grande volume de ciclos carga/descarga.

03 – Para guardar por muito tempo, nunca carregue a bateria e retire do notebook. (quando voltar pra pegar e usar ela no notebook, corre o risco de ter perdido a capacidade de carga de antes)

04 – Nunca descarregue totalmente a bateria do notebook e nem guarde tambémém desse modo. A bateria guardada vai perder o restinho de capacidade de carga e pode chegar a 0%. Se chegar, adeus – Não pega mais carga.

05 – Quando o windows avisar que a bateria deve ser carregada, deixe ele correr até 1% e só depois coloque o carregador.

06 – NÃO FAÇA CARGA/DESCARGA DA BATERIA TODO DIA!!!! A não ser que seu trabalho induza a isso. Você estará reduzindo os ciclos de carga/descaga da bateria. A vida útil cai.

07 – Se tiver oportunidade no local de usar a corrente alternada (na tomada), opte por isso.

08 – Faça DESCARGA/CARGA na Bateria em média 3 vezes por mês.

09 – Deu queda de energia de mais de 1 minuto?? Então retire o cabo de força do notebook e use NA BATERIA até esgotar.

10 – Ficar retirando e colocando a bateria do notebook pode causar degastes no cotato bateria/note. E com isso, ela poderá tambémém ficar folgada futuramente na carcaça do notebook.

* Pode-se tambémém seguir uma sistemática de uso assim:
1 – gaste primeiro a bateria até chegar 1%;
2 – carregue a bateria completamente;
3 – use a bateria do notebook até chegar uns 40% sobrando de carga;
4 – retire a bateria do notebook e guarde na pasta com esta carga;
5 – vá usando o laptop apenas no carregador durante a semana;
6 – após uma semana, coloque a bateria e use o restante da carga;
7 – depois que gastar o restante até 1%, carregue completamente.
8 – novamente use até a bateria atingir 40% e guarde na pasta. E volte a usar na tomada.
9 – vai repetindo o processo de semana em semana.

Ao final de 1 ano, sua bateria deverá ter completado apenas uns 36 ciclos de carga/descarga. Somando aí os trabalhos EXTERNOS com o note, você estará consumindo no mais ou menos uns 200 ciclos de carga/descarga em 1 ano.

Fonte: Clube do Hardware

O preço é bom a configuração atende bem, mas a dúvida persiste vale a pena comprar um Notebook CCE?
Muitos de nós ainda guardam a imagem da empresa dos anos 80/90 cujo nome virou alvo de brincadeiras do TIPO Conserta Conserta Estraga ou Começou Comprando Errado, eu não sei se por sorte minha nunca tive problemas com equipamentos desta empresa na verdade tenho um som daqueles antigos ainda com tocador de vinil que está comigo há 18 anos sem problemas…
A CCE tem mais de 40 anos e milhares de funcionários, fabrica muitos produtos e não vejo dar tantos problemas mais hoje em dia. Além disso a CCE tem o a maior fábrica da zona franca de Manaus. Isso ninguém conquista sem uma certa competência.

E o que isso tem haver com computadores? Nada, na verdade nada do que eu disse até agora credencia ou descredencia a CCE como boa fabricante de máquinas . O que importa mesmo é a opinião de quem já comprou e literalmente esmerilou o notebook testando exaustivamente e contando suas histórias depois de horas ou dias. Excepcionalmente não vou postar review da máquina que cito abaixo nossos comentários já são muitos neste próprio post sobre os notebooks da CCE, a discussão começou por um notebook básico da linha mais barata e depois se extendeu por várias outras máquinas de maior potência.

Para encerrar esse post respondo ao um leitor assíduo que perguntou na lata:

Você compraria um notebook CCE?

A resposta é sim, se ele atendesse as minhas necessidades operacionais e o custo fosse compatível não vejo problemas, por tudo que já li sobre as máquinas CCE elas não perdem para Positivo ou Amazon. Agora é claro que não tem a tradição das grandes marcas Sony, HP, Toshiba. Enfim tudo é questão de oportunidade, necessidade e recursos disponiveis.

Vira e mexe, alguém aparece profetizando o iminente fim dos desktops. Ao acompanhar o crescimento nas vendas dos netbooks e netbooks, não é difícil chegar à esta conclusão, já que a percentagem de notebooks vendidos cresceu de memos de 10% há uma década atrás para quase metade das vendas mundiais em 2008.

De fato, um pesquisa recente do iSuppli indica que as vendas combinadas dos notebooks e netbooks ultrapassaram pela primeira vez as vendas mundiais de desktops no primeiro trimestre de 2009, com crise e tudo. Em alguns mercados (sobretudo nos EUA), a proporção é ainda maior, com os portáteis já representando mais de dois terços das vendas. Se você colocar esses números em um gráfico, vai chegar à conclusão de que, mantida a tendência atual, os desktops vão desaparecer completamente até 2015.

Entretanto, existem diversos motivos para que isso não aconteça. É óbvio que os notebooks vão continuar sendo populares e vão continuar abocanhando parte do espaço dos desktops, mas eles não vão desaparecer completamente em um futuro próximo.

Para começar, vamos começar investigando alguns dos fatores na popularização dos notebooks e netbooks:
Similaridade de componentes: Antigamente, desktops utilizavam monitores de CRT e processadores regulares, enquanto notebooks utilizavam telas de LCD e processadores móveis, que eram muito mais caros. Os HDs de 2.5″ eram lentos e menos confiáveis e para complicar o pequeno volume das vendas fazia com que a economia de escala não desse as caras.

Hoje em dia, entretanto, os notebooks estão cada vez mais utilizando componentes similares aos dos desktops e, paradoxalmente, as telas de LCD para notebook já são mais baratas que os monitores para desktop, devido às dimensões menores, à ausência do conversor analógico-digital (presente em todos os monitores que usam conector VGA) e à luminosidade mais baixa.

No caso dos netbooks, temos a questão do Atom, que apesar do baixo desempenho, é também bem mais barato que os processadores para desktop.

Paridade de preços: A questão dos componentes levou a outro fenômeno, que é a quase paridade de preços entre os notebooks e os desktops nas configurações mais simples. É bem verdade que notebooks mais parrudos ainda custam uma fortuna, mas se você se contentar com um Pentium E ou um Celeron, existem muitas opções por menos de 1500 reais, o que é similar ao que você pagaria por um desktop e um no-break. Na época do dólar baixo, muitos modelos chegaram a custar menos de R$ 1000.

Como a maioria das pessoas usam o PC apenas para tarefas básicas, faz mais sentido comprar um notebook, que é transportável e consome muito menos energia do que um desktop que vai ficar estacionado em cima da mesa.

A própria noção de “estação de trabalho” se dissipou, já que para a maioria, o ambiente de trabalho se resume a uma instância do Firefox com um punhado de abas abertas, um processador de texto e mais um ou dois aplicativos específicos, o que faz com que mesmo os notebooks mais simples atendam às necessidades imediatas da maioria.

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Instalação simples: quando falamos em “instalação”, vem à mente a imagem do técnico de 30 reais “instalando” o PC e a impressora, mas aqui estou me referindo ao processo de encontrar um local adequado para colocar o PC. No caso de um desktop, você precisa de uma mesa com um espaço razoável para trabalhar com conforto, enquanto um notebook entra em basicamente qualquer canto. Como hoje as pessoas têm cada vez menos espaço, a mudança faz sentido.

Dockeando: Embora a ergonomia não seja exatamente o forte dos portáteis (atire a primeira pedra quem nunca plugou um mouse USB no notebook…) é perfeitamente possível espetar um monitor externo, junto com teclado e mouse USB e usá-los como faria com um desktop.

E agora, os fatores que devem assegurar a sobrevivência dos desktops:

Falta de opções high-end: Mesmo os notebooks mais monstruosos carecem da força bruta que possível extrair de um desktop high-end. Se dinheiro não for problema, você pode montar um Core i7 com um cooler valente e overclockar o processador para 4 GHz ou mais, obtendo um desempenho quase 10 vezes superior ao de um Celeron de 1.8. Você pode usar também 12 GB de RAM, ou simplesmente instalar 5 HDs em RAID 5 e obter assim 4 GB de espaço de armazenamento, com seguro contra falhas mecânicas em um dos drives.

No caso dos notebooks, as opções são bem mais limitadas, já que os processadores ficam limitados a um teto de não muito mais do que 40 ou 45 watts de TDP, o que limita muito o clock e dificulta o uso de processadores quad-core.

Como os coolers são muito menores e dimensionados para atenderem o processador apenas na frequência default, os overclocks são também muito raros em notebooks, não apenas pela falta das opções de ajuste dos clocks e tensões, mas pela própria inviabilidade técnica.

Telas menores: Com monitores de 22 polegadas ou mais sendo vendidos a preços acessíveis, subitamente as telas de 14″ ou 15″ dosa notebooks começaram a parecer pequenas. É bem verdade que você pode plugar um monitor externo ou uma HDTV, mas na prática acaba não sendo tão prático assim. Outra desvantagem é a impossibilidade de usar vários monitores.

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Custo por megabyte dos HDs de 2.5″: Embora os HDs de 2.5″ estejam com um desempenho cada vez mais competitivo (de fato, os HDs mais rápidos do mercado usam platers de 2.5″, muito embora não sejam drives para notebook), eles ainda oferecem um custo por megabyte muito maior. O motivo é a simples questão da área, já que platters de 3.5″ permitem acomodar muito mais setores que platters de 2.5″.

Muito embora o custo dos drives já não seja muito diferente, os HDs de 3.5″ possuem uma capacidade muito superior, o que os torna muito mais efetivos na hora de armazenar grandes volumes de arquivos, o que fortalece os desktops.

3D e jogos: Outra arma secreta dos desktops é o desempenho em 3D, principalmente quando colocamos na balança a possibilidade de usar SLI ou Cross-Fire.

Tanto as opções de processadores quanto de placas 3D para notebooks são limitadas pela dissipação térmica. É difícil até mesmo usar soluções medianas como uma GeForce 9600 GT ou uma ATI 4850, o que dizer de duas GeForce 285 GTX em SLI.

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Com isso, o foco dos fabricantes passa a ser desenvolver soluções de baixo consumo e baixo desempenho, como no caso do nVidia Ion, que é baseado no GeForce 9400M, com memória compartilhada, uma solução bastante fraca se comparada a qualquer placa offboard atual. Um netbook com o Ion faz bonito ao exibir vídeos 1080p, conectado a uma HDTV, mas não é uma solução muito eficiente na hora de jogar.

Não é impossível colocar duas placas 3D high-end em um notebook, mas ao fazê-lo ele deixa de ser um “notebook” e fica mais para um “desk-note”. Um bom exemplo é o Asus W90Vp:

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Ele usa uma tela de 18.4″ (1920×1080), com um Core 2 Quad Q9000 (2.0 GHz), 6 GB de RAM, dois HDs de 320 GB e duas Radeon 4870 (512 MB, 256 bits) em CrossFire. Tanto a configuração quanto a tela impressionam, o problema é que ele pesa 5.2 kg, lembrando um pouco os primeiros PCs portáteis, que pesavam 12 kilos e eram do tamanho de uma maleta. Outro problema é o preço, já que ele custa a partir de US$ 2.500 (preços dos EUA).

Embora o ramo dos “notebooks para jogos” seja mais um filão crescente, eles oferecem um desempenho apenas mediano e são muito caros, o que os torna mais uma curiosidade técnica do que uma opção real de compra. Muito se discute sobre o futuro dos jogos nos PCs frente ao crescimento dos consoles e, para quem é partidário deles, gastar US$ 2.500 em um notebook de 5 kg faz ainda menos sentido.

Um é pouco, dois é bom: A melhor maneira de combinar as vantagens dos desktops e notebooks é simplesmente ter um de cada, como fazem cada vez mais pessoas. Você pode ter então um desktop com dois ou três monitores com tudo o mais que tem direito para trabalhar confortavelmente quando estiver em casa ou no trabalho e um notebook para usar em outros lugares.

Dependendo do seu perfil de uso, pode ser mais vantajoso combinar um desktop e um netbook, já que eles são mais leves e baratos. Entretanto, assim como no ditado, ter um desktop, um notebook e um netbook acaba sendo demais, pois as funções começam a se sobrepor e começa a ficar difícil manter seus dados e configurações sincronizados entre os três.

Um dos motores por trás do crescimento na venda dos notebooks é justamente que a queda no preço tem levado muita gente a comprar um portátil para servir como segundo micro, complementando o desktop que já tem.

Notebooks não são servidores: Outra área em que os notebooks são fracos são nos servidores, que possuem necessidades muito mais específicas. A grande maioria dos servidores em uso são montados com placas, memórias e processadores de mercado, assim como qualquer desktop de supermercado. Isso faz com que a indústria como um todo se beneficie com a economia de escala, já que os mesmos componentes são usados simultaneamente nas duas frentes.

Embora os servidores fiquem trancados nos datacenters, longe da atenção do público, eles respondem por uma fatia considerável dos PCs vendidos. Mesmo que a procura pelos desktops continue caindo, temos ainda o mercado de servidores, que continua crescendo.

Em resumo, existem muitos motivos óbvios para a queda nas vendas dos desktops, mas também existem muitos argumentos forte a favor deles. Não tenho bola de cristal, mas algo me diz que eles vão continuar entre nós por mais bastante tempo… :)

Fonte: Guia do Hardware.net

Foram divulgados mais detalhes do N510, netbook da Samsung com a plataforma Ion, da Nvidia. A Samsung lançará em breve o netbook, e não é a primeira a trabalhar nisso, a Lenovo também tem seu projeto.

Esse netbook terá um bom desempenho (dentro do que se propõe) em tarefas de decodificação de vídeo HD e aplicações 3D. Será um dos maiores netbooks da Samsung, com tela de 11,6 polegadas, porém com bordas finas, sem “desperdiçar” muito espaço fora da carcaça.

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Apesar da plataforma Ion (com o chipset 9400M), ele continua sendo “fraco” perante os notebooks, especialmente por trazer um processador tradicional no ramo: o Atom (no caso, o N280 de 1,66 GHz). Ele terá 1 GB de RAM, HDD de 160 GB, tela de 11,6″ WXGA (1366×768) e recursos comuns, como WiFi 802.11 b/g/n, bluetooth, leitor de cartões USB, rede ethernet e webcam. Deverá vir com Windows XP Home. Mesmo esperado para outubro, o Windows 7 não faria parte da safra inicial.

Claro que é uma opção atraente vindo com a aceleração proporcionada pela plataforma Ion, que dá um banho no chipset gráfico da Intel nativo do Atom. Mas tudo tem seu custo: segundo dados não confirmados, deverá sair por 570 Euros, cerca de $799. Um preço muito salgado para um “netbook”, chega a ser mais que o dobro de diversos modelos atuais.

Referências: Tech Report, Electronista e Blogeee

Assim como a HP, a Dell se apressou em apresentar seu modelo de netbook, o Inspiron Mini. Ele foi anunciado em abril de 2008, mas acabou demorando para finalmente entrar em produção, acabando por deixar a Dell em uma situação desfavorável com relação aos concorrentes, que lançaram modelos atualizados durante o período.

A versão original usa uma tela de 8.9″ (1024×600, como nos outros modelos), com o Atom N270, 1 GB de RAM, SSD de 8 ou 16 GB (sem opção de HD mecânico), bateria de 4 células (cerca de 3 horas de autonomia em uso moderado), wireless B/G e opção de modem 3G integrado. Ele é também bastante leve, pesando apenas 1.03 kg:

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Ele é bem construído, com um teclado moderadamente confortável (maior que o do Eee 901, mas ainda reduzido se comparado ao Eee 1000 e ao HP Mini Note) e um acabamento similar a outros modelos da Dell. Como você pode ver na foto, as teclas F1-F12 do teclado foram eliminadas, sendo substituídas por teclas de atalho. Essa foi a solução que os projetistas encontraram para compensar o espaço ocupada pela bateria.

Com exceção da autonomia um pouco menor, ele se compara favoravelmente ao Eee 901, mas acaba perdendo com relação aos modelos atuais, que oferecem telas e teclados maiores. Outro problema é o preço, já que ele pode ser comprado apenas na loja da Dell, custando de R$ 1399 (versão de 8 GB) a 1699 (16 GB, com modem 3G) o que faz com que ele seja mais caro que os concorrentes diretos.

Complementando o Mini original, a Dell lançou também o Inspiron Mini 12 que, como o nome sugere, um modelo com tela de 12″ (1280×800), invadindo o campo dos notebooks ultraportáteis:

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Para compensar o aumento no peso, a Dell optou por utilizar o Atom Z520 (de 1.33GHz), combinado com o chipset US15W. Isso reduziu bastante o consumo elétrico em relação aos modelos baseados no Atom N270, permitindo usar um dissipador passivo e manter uma autonomia aceitável com uma bateria de 3 células e 2.400 mAh. Graças a isso, ele é bastante fino, com apenas 2.8 cm de espessura e 1.25 kg.

Os dois pontos fracos são o desempenho (mais fraco que outros netbooks, devido ao uso do Z520) e o teclado, que continua sendo desconfortável de usar. Em vez de aproveitar o aumento no tamanho para incluir um teclado regular, a Dell optou por utilizar um teclado similar ao dos modelos de 10″, desperdiçando o espaço. Como em outros produtos da Dell, é possível modificar a configuração na hora da copra, optando por utilizar o Atom Z530 (de 1.6 GHz), uma bateria de 6 células ou um HD de maior capacidade.

Nesse ponto, você pode argumentar que com modelos cada vez maiores, não vai demorar para que os netbooks fiquem do mesmo tamanho dos notebooks tradicionais e a distinção entre as duas categorias desapareça de vez. A verdade é que mesmo os fabricantes ainda não sabem bem qual é o formato ideal, justamente por isso temos visto tantos diferentes.

No começo, se achava que o melhor seriam modelos pequenos, como o Eee 701, mas quando as pessoas começaram a usá-los na prática, o teclado minúsculo e o touchpad se revelaram muito desconfortáveis e a tela muito pequena. Os fabricantes responderam lançando modelos com telas de 8.9″ e em seguida de 10″, incluindo teclados mais confortáveis, o que se revelou uma solução muito melhor para quem usa o netbook por longos períodos.

Como os modelos de 10″ ainda fazem muitas concessões, a Dell decidiu testar o formato de 12″ para ver qual será a aceitação. Em última análise, os formatos que irá prevalecer depende da aceitação do público. Os fabricantes apresentam produtos e conceitos e fazem hype em torno deles, mas são os compradores que “votam” nos vencedores ao escolher qual comprar.

Fonte: www.guiadohardware.net

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Com tantos modelos, preços e tamanhos diferentes, a própria distinção entre os netbooks e os notebooks está se tornando menos clara. Em resumo, os netbooks se diferenciam dos notebooks por serem baseados no Atom ou outro processador de baixo consumo (e baixo desempenho), serem mais baratos (no exterior, a faixa de preço da maioria dos netbooks fica entre US$ 300 e US$ 500, enquanto os notebooks começam a partir daí) e serem mais compactos, com telas de 9″ ou 10″ e teclados um pouco menores que o tamanho padrão. Nesse guia, você conhecerá mais sobre a plataforma, componentes e modelos, inclindo a evolução dos processadores móveis e uma descrição dos netbooks disponíveis no mercado, do Eee ao Vaio P-series.

Leia o texto completo, aqui.

CUIDADOS BÁSICOS COM O SEU NOTEBOOK

1 – Condicionamento da bateria.

Este é um ponto crucial que quase ninguém presta atenção.

Primeiramente, o óbvio: Quando os fabricantes colocam aquelas pequeninas etiquetas dizendo: “ATTENTION: Charge battery for X hours before using” (“ATENÇÃO: Recarregue a bateria por X horas antes de usar”), eles não estão brincando. Utilizando o notebook com carga insuficiente, além de proporcionar pouco tempo de uso efetivo, pode diminuir a vida útil da bateria.

As baterias do tipo NiCad (pouco usadas atualmente) e NiMH, sofrem este condicionamento, já as baterias do tipo Li-ion (mais modernas) estão, teóricamente, livres deste mal.

Como proceder corretamente no condicionamento de uma bateria nova:

Ao carregar pela primeira vez a bateria, carregue-a por completo

Use-a até o final de sua carga e repita o processo quando precisar recarregar

2 – Evite tocar a tela LCD

Muitos se esquecem que a tela do notebook não é coberta por uma dura e grossa camada de vidro como os monitores convencionais. Quando você toca a tela, na verdade está em contato com uma leve, sutil membrana que se pressionada pode danificar os pixels (menor unidade de resolução do monitor) atrás dela.

Procure, também tomar cuidado com produtos de limpeza na tela do seu notebook, eles podem sombrear e descolorir parte da tela.

Quando se torna inevitável uma limpeza, passe levemente uma flanela ou um pano macio seco, tirando somente o excesso de pó, logo após passe bem suavemente um pano macio umidecido para tirar possíveis impressões digitais e outras marcas no LCD.

Pessoalmente recomendo utilizar pedaços fartos de algodão.

3 – Telas touchscreen

Para os notes que possuem telas touchscreen, é bom lembrar que, o fato de que a tela de seu computador é configurada para aceitar o toque manual, não quer dizer que ela é resistente a sujeiras, riscos e outros danos.

Na verdade é mais provável que ela sofra algumas danificações e deve ser limpa com mais freqüência.

Não se esqueça de que é sempre necessário estar com as mãos bem higienizadas antes de utilizar este tipo de tela.

4 – Proteção de Tela

Você também deve dar à sua tela algum descanso. Monitores LCD, ao contrário dos desktop convencionais (tubo), não sofrem a perda de dot pitch ou o gasto de fósforo contido nos monitores, e por isso não precisam de proteção de tela ou tela de descanso.

Mas na verdade, uma proteção de tela pode “acordar” hard disk drives e processadores do modo suspenso. Eles, também, poupam ocupação do sistema e energia das baterias.

Deixando seu notebook em modo de espera ou na tela de descanso quando não estiver usando, você aumenta a vida útil do seu portátil e também da tela, um dos componentes mais caros para reposição.

5 – Teclados

Os teclados também precisam de cuidados especiais e freqüentes se você quer prevenir teclas travadas e sem respostas/morta. Para se livrar do pó e sujeira que caem entre as teclas, um pequeno aspirador feito para computadores pode ajudar. Infelizmente, este tipo de aparelho além de caro, não são fortes o bastante sugar pequenas partículas de sujeira.

Neste caso você pode usar um clipe de papéis comum, sempre com o cuidado em não afundar mais essas partículas para baixo do teclado. Apesar de alguns notebooks possuírem os teclados selados, outros têm muitas partes sensíveis que não devem ser danificadas.

6 – Trackballs, touchpads, pointing sticks

Como qualquer mouse convencional, os referentes ao notebook (trackballs, touchpads, pointing sticks), também acumulam sujeira e merecem uma limpeza regularmente. No caso das trackballs, fique de olho ao redor delas, pois os cantos em volta da esfera acumulam muita poeira e sujeira. O mesmo acontece com os pointing sticks (aquela bolinha de borracha no meio do teclado), para realizar uma limpeza eficaz use um aspirador próprio para computadores ou ar comprimido, caso não os tenha, você pode recorrer ao velho clipe de papéis mas com muito cuidado ao utiliza-lo.

Já para a limpeza dos mouses tipo touchpads, recomenda-se a mesma forma de limpeza dos monitores LCD, já discutida nestas dicas.

7 – HDs

Os discos rígidos são os componentes mais delicados em qualquer computador portátil. Estudos recentes mostram que “crashes” (falhas) no disco rígido são as causas mais comuns em se tratando de defeitos em notebooks. Para evitar problemas, utilize regularmente um programa de manutenção de hard disk. Rode uma aplicação de reparo pelo menos uma vez por mês ou mais e remova qualquer arquivo supérfluo, podendo utilizar os defragmentadores de disco rígido.

Evite ao máximo mover seu notebook de lugar enquanto o disco rígido estiver trabalhando e sempre desligue o notebook apropriadamente.

8 – Fonte

Nunca troque adaptadores AC e recarregadores de baterias entre qualquer computador portátil. Mesmo se eles possuírem o conector igual e a mesma saída em número de volts. O suprimento errado de energia ao adaptador de AC pode “tostar”sua bateria e “fritar”seu computador portátil. Na hora de comprar um adaptador, certifique-se de que ele produz a mesma carga de amperes tal como a mesma carga de volts.

Poucos amperes e o adaptador começa a fumegar tentando suprir a energia do seu notebook, muitos amperes e o suprimento de energia de seu computador pode ser danificado, fique atento.

A melhor manutenção para o seu computador portátil é a manutenção preventiva. Se você não for o único a usa-lo, passe as recomendações vistas aqui para a outra pessoa responsável.

A queda de cima de uma mesa pode representar danos no HD, uma tela ou teclado quebrado. Tenha sempre em mãos a mala própria para computadores pessoais, se ainda não a tiver, trate de arrumar uma.

Elas possuem espumas e travas para absorver uma eventual queda ou movimentos bruscos.

Cuide bem do seu notebook e ele não te deixará na mão!